19/07/2009

BOMBARDEIO OU DESCASO?
Jovino Fernandes
O bombardeio estratégico é uma estratégia militar de ataque aéreo à alvos terrestres, geralmente utilizada em campanhas do tipo guerra total, com o propósito de destruir a capacidade do país inimigo manter a guerra.


Já no Bairro Sr. Do Bomfim, (Romão), a princípio, parece que uma bomba foi jogada contra o bairro. Nada disso. Lá o bombardeio está sendo com o dinheiro público, que segundo informações são obras realizadas com reursos do Governo Fedral.

Os moradores já não sabem mais a quem recorrer, diante de tanto descaso e fata de respeito para com a comunidade.

Segundo informações dos moradores, o movimento que era frequente aos domingos, praticamente deixou de existir, pela falta de calçamento e buracos existentes, impossibilitando dos veículos trafegarem normalmente.

Para chegar ao bairro, os proprietários de motos estão tendo dificuldades de trafegarem, carros pequenos atolam, enquanto que os carros maiores (caçambas e caminhões pipas), estes tem comido o pão que o diabo amassou.

Caminão atolou, deixou para traz o material

Nossa reportagem atendendo chamado dos moradores, fez uma vista ao bairro, em (domingo - 19/07/09), onde ouviu os reclames dos mesmos, solicitando das autoridades uma fiscalização mais severa,que segundo eles, parece não existir, chamando atenção dos mesmos para o investimento que está sendo aplicado e, que de nada está servindo. O fato é tão grave, que alguns disseram que preferiam que ficasse como antes, convivendo com estrada de cascalho, não tendo que ver suas calçadas danificadas e, muito menos presenciando acidentes.

Aqui fica algumas indagações dos moradores: De quem é mesmo a responsabilidade do descaso? Existe fiscalização? Quem deve fiscalizar? Existe autoridade no município para coibir, e, que exija um serviço de qualidade? Qual a empresa que está executando o serviço? Subordinado a quem? A quem reclamar.

Parece que a cidade realmente é a cidade do já teve, do tinha e do já perdeu.

Pra que estresse, um novo ano está próximo, é só alegria. Vamos cuidar de engordar as galinhas, carneiros, porcos, juntar dinheiro para oferecer churrasco, buchada, sarapatel, bebidas, e, com sorriso estampado, preparemos às mãos, para aplaudi-los em praça pública “eles” que tanto tem pensado no povo e cuidado do nosso dinheiro.

ACORDA POVÃO!!!!
Sofrimento, coronelismo, ditadura, falta de respeito, responsabilidade e descaso é coisa do passado.
Entrada do Bairro (lado esquerdo)


Entrada do Bairro (lado Direito)

Início da entrada

18/07/2009

FPM E O FUNDEB
Fonte: joilsoncosta
O site do Banco do Brasil está informando o valor da 2ª cota do FPM, que vai ser creditado na conta das prefeituras na próxima segunda-feira, 20 de julho, e o valor total do FUNDEB, de 1º a 20 de Julho.

Valor do repasse do FPM desta segunda-feira, 20 de julho, creditado na conta das prefeituras da região, valores liquidos.

01-Ribeira do Pombal: R$ 75.740,53.
02- Ribeira do Amparo: R$ 46.746,10.
03- Banzaê: R$ 37.396,90.
04- Cipó: R$ 37.870,27.
05- Cícero Dantas: R$ 49.165,54.
06- Heliópolis: R$ 37.870,27.
07- Euclides da Cunha: R$ 102.841,43.
08- Tucano: R$ 75.740,53.
09- Jeremoabo: R$ 58.969,18.
10- Adustina: R$ 46.746,10.
11- Sitio do Quinto: R$ 37.870,27.
12- Paripiranga: R$ 60.351,73.
13- Quijingue: R$ 65.444,54.
14- Nova Soure: R$ 65.444,54.
15- Fátima: R$ 56.095,33.

Valor dos repasses do FUNDEB, de 1º a 20 de julho, creditado na conta das prefeituras da região.

01-Ribeira do Pombal: R$ 727.115,71.
02- Ribeira do Amparo: R$ 241.069,81.
03- Banzaê: R$ 194.225,45.
04- Cipó: R$ 227.522,47.
05- Cícero Dantas: R$ 325.868,57.
06- Heliópolis: R$ 211.824,70.
07- Euclides da Cunha: R$ 721.614,36.
08- Tucano: R$ 694.190,53.
09- Jeremoabo: R$ 440.321,86.
10- Adustina: R$ 190.821,65.
11- Sitio do Quinto: R$ 195.285,50.
12- Paripiranga: R$ 281.413,12.
13- Quijingue: R$ 430.374,22.
14- Nova Soure: R$ 368.379,71.
15- Fátima: R$ 246.546,05.

17/07/2009

Fonte azul
Cristina Fam
A quem interessar possa:

Qual fonte azul ilumina alameda no parque, solitária, calma, refrescante, convida silenciosamente para perto e, a água jorrando, logo à frente ou ao lado das colunas gregas. Não há espaço nem tempo, melhor dizer, sentar-se na praça já não é mais bonito de ver, seguro uma geração de medo ataca-os. Desejos, pudera outrora passar poder e, esperar, sentir as emoções; ainda é tarde, descobrir sentir olhar lá dentro da fonte azul, quem sabe na madrugada, com os mendigos, verdadeiros donos da fonte azul.

Tudo tão rico e pobre ao mesmo tempo, como entender, é uma sensação de força e medo, “eles” tem a fonte azul, jamais, em momento algum foi entregue tal propriedade, nem tirada, entretanto, inconsciente sabe lá no fundo que ainda lhe pertence, guarda.

O vizinho deixado, seu cobertor maltrapilho cobre conforme o frio que lhe bate, ainda que toda a força que lhe resta venha de uma única fonte; cósmica que desce, penetra nas entranhas restaura a força minguada, prepara, ainda que caia para mais uma jornada, a água jorra, os metais nobres dos quais o universo depositou em cada, refaz, e desfaz. É chegada a hora, é pontual, abre o olho sonolento, sorrir, conhece o trajeto, muitas vezes foi levado enviado de volta, não, não foi engano! Simplesmente foi deixado, outro em passo. Olha mais uma vez para o compadecido, vira a cabeça, suspira. Embora que não entenda, fica estendido.

Quando partir não saberá que o fez; foi ensaiado segue normal, realidade, tudo por fazer, desfaz, acrescenta, inventa dias com o toque da magia. Sentado em plena praça olhos plantados, observando-os com simpatia. Foi deixado, levado, busca tal passagem, passa; o chão nu de areia úmida da chuva que caiu na madrugada; o comum dia após a labuta “eles” passa cabisbaixo sem poder tocá-la, sem vê-la, mas, contudo, segue majestosa, iluminada, parada, debaixo do medo, mas, livre, nem tanto desconhece a liberdade, diante da indiferença, que é muito bem representada pelos medos “eles” têm o velho cenário, mas, ainda oculto dos tristes. Apagados sem registro, embora; atravancados sem a fonte azul. Segue nu segurado pelo aço, cada passo encravado.

Temes a fonte, negligencias a luz que dela sai, irradia, não poderás jamais, apagá-la, sim; tu temes, é sabido, ainda, que queiras a coberta do velho mendigo, pediste, imploraste, igual ao dono que dorme na praça, e sonha com a madrugada quente, o calor que o “outro” sente. Volta em meia, para aquecer os pés que não sente, a areia é fria, sem calor nem clamor da madrugada, nada será implorado ao menos deixado.
PAPA CAI NA BANHEIRA E QUEBRA PULSO
Fonte: bahianoticias (James Martins)
O papa Bento XVI sofreu uma fratura no punho direito, após levar uma queda na casa onde passa férias, na região de Vale d'Aosta, norte da Itália, nesta sexta (17). Segundo o porta-voz do Vaticano, o ferimento não foi grave e o papa chegou ao hospital andando, acompanhado de seu secretário pessoal. A queda ocorreu depois que Bento XVI escorregou na banheira. Mesmo após o acidente, o pontífice fez suas orações e tomou café da manhã, antes de ir para o hospital. Médicos informaram que vão mantê-lo em observação nas próximas horas. Um primeiro raio-x revelou a fratura no punho. Desde a segunda-feira, Bento XVI, 82 anos, está passando férias em uma casa de campo feita de pedra e madeira, com vista para o Mont Blanc, nos Alpes. Assim como seu antecessor, João Paulo II, ele usa o local como base para caminhadas pelas montanhas da região.

14/07/2009

Espedito Lima
Vi uma estrela que passeava nos céus e de lá irradiava a desesperança de uma terra e de um povo que clamava por sua felicidade, mas que não se cansava de erguer os braços para abraçar o horizonte que se encontra turvo, e abre-se um poço a caminho de um abismo devastador.

Vi um vácuo que dominava o desejo de um consolo e que andava com asas, assim como aves que mapeiam a razão insólita do entardecer, cobrindo-se do manjar que era derramado sobre o holocausto realizado num culto, tal qual a purificação irreal de um corpo que se encontra atormentado.

Vi um arauto que agarrava pessoas flutuantes a busca de um sossego, face a gemedeira de um grupo de gritantes, desesperados com as lágrimas que tentavam lavar suas culpas, mas eram cobertas de chagas purulentas que se abriram sobre um véu que a nada nem a ninguém cobre.

Vi coisa parecida como um vulcão, que explodia ao redor daquele pedaço de terra que outrora fora lançado do alto, como o sopro do vento que segue sem direção, ao encontro do nada e se encontra com alguém que o destrói.

Vi uma tempestade que desabou sobre ela e mesmo em meio a um pesadelo, enxerguei algo que me apavorou; um terremoto que lhe abalava, causando estragos de toda forma, desde sua elevação até a entrada do córrego que a leva ao precipício.

Vi um arco-íris que diametrava o espaço que ocupava ao seu redor e lançava cores diversas que enfeitavam os prédios de suas ruas, largas e estreitas, enfurecidas pela desordem dos seus trafegantes e transeuntes, normais e anormais, sem visão e sem vida.
Vi eles querendo mandar, sem poder chegar ao poder, mas os seus súditos os queriam como imperadores e reis, sem coroas e sem tronos, julgando e subjugando eles mesmos e os lançando de alto a baixo, como morcegos que sugam sangue, mas não o bebem e mesmo assim o vomitam.

Vi luzes que lhe clareiam e anunciam a competição que vale a conquista de um poder; que vão a uma, duas e três léguas, danificando a estrada do bem e escancarando a valsa que faz dançar os destroços de sua ação, movendo a palha que varre o seu lixo.

Vi eles escondidos, planejando o assalto aos seus moradores, sem avisá-los que lhes causariam o sinistro dos cofres e dividiam os tributos, como se fossem fatias de bolo oferecidas a adultos num aniversário de criança realizado à tarde, indo até altas horas da noite para não serem perseguidos.

Vi elas que tentavam dominar os seus “amos” os seduzindo para que abrissem o caixa de suas jóias, completamente ornadas de impureza que jogavam sobre a assistência social que tanto pregam e veste a singeleza de mães, filhos e desamparados pelo poder que deram a elas, com se tivessem realizando algum ato caritativo fortuitamente.

Vi os aflitos e os sofridos correndo atrás deles, mendigando seus salários, suas férias e seus décimos; mas suas promessas foram amargas como o fel que é oferecido num ritual diabólico, cujo prato preferido é o fogo e o sal que consomem suas carnes, como os abutres devoram corpos dilacerados.

Vi a terra que está sentada sobre um vale, cuja enxurrada, ao descer, lhe arrasta e lhe destrói assim como os que lhe habitam, sem chance de nenhum socorro, a tempo de serem salvos e sem que eles, seus chefões, tenham piedade dos que são pisados por eles e esmagados por suas loucuras.
Foi-se a terra!

13/07/2009

A BAHIA QUE SERGIPE DESEJA
Fonte: joilsoncosta
por: José Augusto dos Santos
Completamos no último dia 8 de julho 189 anos de Emancipação Política de Sergipe, todavia, todo ano nessa data vem átona entre nós sergipanos a questão das divisas originais de Sergipe com a Bahia. Posso dizer que ainda paira entre nós sergipanos o desejo de restabelecer as divisas originais. Os documentos históricos mostram que os municípios de Jandaíra, Itapicuru, Rio Real, (vizinhos ao Sul do estado) e Paulo Afonso (em parte), Santa Brígida, Pedro Alexandre, Jeremoabo (em parte) Coronel João Sá, Antas, Cícero Dantas, Ribeira do Pombal e Ribeira do Amparo pertenciam a Sergipe. Lembro que quando foi instalado os trabalhos da Assembléia Nacional Constituinte em 1987, o então senador Francisco Rollemberg apresentou a Emenda 587 que tratava-se da superfície territorial de Sergipe, a referenda emenda visava re cuperar apenas as faixas de terras compreendidas entre os municípios de Jandaíra, Itapicuru, Rio Real, a citada emenda foi acolhida pelo plenário da Constituinte mas doravante transferida para a emenda 586 que tinha como propósito examinar as fronteiras estaduais do país, incluindo ai a questão de Sergipe e Bahia que tinha como linha divisoria entre os dois estados os rios Itapicuru e Rio Real Grande.

Entendemos também que a verdade histórica deve ser acessível as novas gerações que desconhecem o clamor histórico dos nossos antepassados que lutaram bravamente em períodos distintos pra verem restauradas nossas verdadeiras dimensões territoriais. Protestaram sucessivamente os seguintes governadores Manoel da Cunha Galvão, em 1860; Tomaz Alves Júnior, em 1861; Cincinato Pinto da Silva, em 1865; Evaristo Ferreira da Veiga, em 1869; Francisco Cardoso Júnior, em 1869; Josino Menezes, em 1913; Oliveira Valadão, em 1915; Pereira Lobo, em 1920. Este artigo é também sinal que os sergipanos não silenciaram em mostrar também que ao longo dos séculos os sergipanos não esmoreceram e continuam pleiteando a reintegração dos seus territórios não devolvidos pela Bahia.

Muitos deputados defenderam com brilho, a reintegração das terras sergipanas, como observamos em pesquisa que ao longo dos anos Sergipe não se conformou e nem se conformará jamais. Em 1867 o deputado Bitencourt Sampaio, ofereceu um projeto que fixava os limites de Sergipe com Alagoas e Bahia; Em 1882, José Luiz de Coelho e Campos (deputado, senador e ministro do STF) apresentou um projeto também que reclamava para Sergipe o retorno aos limites com que foi elevado a Província; já em 1891 o deputado, o geógrafo e historiador, Filisbelo Freire, também tratou de um projeto que buscava dirimir de vez a questão territorial. No ano de 1913 o então deputado Moreira Guimarães empenhou-se no Congresso buscando uma solução conciliatória que pusesse fim a luta histórica.

Enfim, nessa pesquisa descobrir que os documentos históricos mostram que a querida Bahia se apropriou indevidamente de terras originalmente sergipanas, descobrir também que certa vez o Pe. Alfredo Passos disse:... que, de geração, em geração protestaremos. Portanto, no livro do então senador Francisco Rollemberg cita claramente que o governo da província da Bahia não cumpriu inteiramente o Decreto de 8 de Julho de 1820 e a Carta Régia de 5 de dezembro de 1822. Registra também que a independência SÓ SE CONSUMARÁ QUANDO SERGIPE RECEBER O JUSTO REPARO POR ESSA MUTILAÇÃO QUE FOI VÍTIMA.

*José Augusto dos Santos é editor do jornal Folha da Região/Estância-Se, jornalista, radialista e professor.

12/07/2009

Morre travesti envolvido em escândalo com Ronaldo
Fonte: Da reportagem: eptv.com
Foto: F.L.Piton

Morreu na manhã de quinta-feira, 9, em um hospital em Mauá, na Grande São Paulo, André Luiz Ribeiro Albertini, 22, conhecido como o travesti Andréia Albertini que se envolveu em um escândalo com o jogador de futebol Ronaldo, em abril de 2008, no Rio de Janeiro.

Segundo informações, o travesti morreu de meningite, com o quadro agravado por uma pneumonia.

''Eu sei quem matou o meu Michael', diz Latoya Jackson

Fonte: Correio da Bahia (Com informações do G1)
Redação CORREIO Foto: Reprodução
Latoya Jackson é a capa de dois dos principais jornais sensacionalistas britânicos neste domingo (12), o 'News of the World' e 'The Mail on Sunday', que oferecem entrevistas nas quais a irmã do 'rei do pop' assegura que Michael foi assassinado e que ela sabe quem são os assassinos.

No 'News of the World' Latoya afirma que são várias as pessoas responsáveis pela morte de seu irmão e que a razão foi 'uma conspiração para ficar com o dinheiro de Michael'.

Suas declarações foram feitas dois dias depois que o chefe da Polícia de Los Angeles admitiu que o assassinato era uma das linhas de investigação, algo sobre o que Latoya não tem dúvidas.

Latoya assegura que esse 'grupo de pessoas' roubou US$ 2 milhões em dinheiro e várias joias da casa de seu irmão, que o viciaram às drogas, que o isolaram de sua família e amigos 'para que se sentisse só e vulnerável', e que o obrigaram a trabalhar 'até a extenuação' para continuar ganhando dinheiro.

Michael, segundo o testemunho de Latoya, não queria dar a série de 50 shows que deviam ter começado nesta segunda-feira em Londres.

Sobre o futuro dos filhos do 'rei do pop', Latoya declara que nunca deixará que vão viver com sua mãe biológica, Debbie Rowe, à qual acusa de fazer parte do tipo de pessoas que 'esteve junto a Michael só porque lhe interessava seu dinheiro'.

Latoya acredita que as crianças continuem com os Jackson e dá alguns detalhes de como reagiram à morte de seu pai. Segundo seu relato, as crianças não pararam de chorar até que puderam passar 30 minutos junto ao corpo de seu pai e puderam se despedir dele.
Correio da Bahia (Com informações do G1)
No Japão: Máquina que vende cigarros identifica idade de fumantes

Fonte: Correio da Bahia (Com informações do G1)
Redação Correio
Máquina que vende cigarro no Japão
Foto: Reprodução G1
Um equipamento que funciona como “fiscal de idade” está ajudando o Japão a manter o fumo longe dos adolescentes. Para comprar cigarros em máquinas, as pessoas precisam mostrar o rosto em frente a uma câmera que consegue medir o envelhecimento e decidir se o comprador tem ou não idade suficiente para fumar. No país, menores de 20 anos não podem comprar cigarros.

A primeira versão da máquina passsou por aperfeiçoamento, pois alguns adolescentes conseguiam comprar cigarro colocando a foto de um adulto na frente da lente. Agora, é preciso ficar piscando para provar que se trata de pessoa de verdade.

O equipamento bate várias fotos do fumante e um programa de computador faz o julgamento. Às vezes, erra, quando a pessoa fez plástica ou parece mais jovem do que é. Nesse caso, o aparelho aceita a carteira de motorista como prova da idade.

Fiscais do fumo

Na cidade de Yokohama, próxima à capital do país, não é permitido fumar nem nas ruas. Fumódromos fechados foram construídos nas calçadas e só se pode fumar lá dentro, para que a fumaça não incomode os outros pedestres. Quem não segue as regras pode ser multado em até R$ 50 por fiscais bem treinados.

A multa é cobrada na hora, e quem não tem dinheiro pode pagar mais tarde, pelo correio. No Japão, 30% dos adultos fumam. As regras duras podem tirar o país da lista dos que mais consomem cigarros no mundo ou - ao menos - evitar que os fumantes incomodem os outros.
Correio da Bahia (Com informações do G1)

09/07/2009

FPM
Fonte: Joilson Costa
Foto: Internet

Valor do repasse do FPM desta sexta-feira, 10 de junho, creditado na conta das prefeituras da região, valores liquídos, segundo pesquisa feita no site do Banco do Brasil.


01- Ribeira do Pombal: R$ 4.910,02.
02- Ribeira do Amparo: R$ 261.532,85.
03- Banzaê: R$ 27.981,46.
04- Cipó: R$ 165.186,88.
05- Cícero Dantas: R$ 245.064,28.
06- Heliópolis: R$ 167.381,07.
07- Euclides da Cunha: R$ 448.938,82.
08- Tucano: R$ 271.458,85.
09- Jeremoabo: R$ 242.020,89.
10- Adustina: R$ 25.571,93.
11- Sitio do Quinto: R$ 145.800,45.
12- Paripiranga: R$ 168.513,31.
13- Quijingue: R$ 85.352,24.
14- Nova Soure: R$ 14.944,96.
15- Fátima: R$ 55.365,60.

Irmã de Lampião recebe visita de parentes
Fonte: Da Redação PANotícias
Maria Ferreira Queiroz

Um grupo de nove parentes de Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, veio do Recife para São Paulo, na semana passada, para visitar a única irmã viva do Rei do Cangaço, Maria Ferreira Queiroz, conhecida como dona Mocinha. O encontro foi realizado no domingo (5), no Centro de Tradições Nordestinas (CTN).

Ao todo, o encontro reuniu mais de 20 descendentes de pelo menos três gerações do cangaceiro. O último encontro da família havia ocorrido em Pernambuco, em 1997. Só que, daquela vez, foi dona Mocinha que viajou para rever os parentes. Em São Paulo, ela vive em um apartamento, no bairro de Santana, com os filhos Expedito e Valdeci.

Desta vez, o plano da viagem foi anunciado em um almoço de família, na capital pernambucana, no fim de maio. O passeio por terras paulistanas vai durar até este sábado (11), quando o grupo retorna para casa. Nos intervalos das visitas para dona Mocinha, os pernambucanos não perderam a oportunidade de conhecer pontos turísticos de São Paulo, como o Mercado Municipal, além de fazer compras na Rua 25 de Março.

Segundo Sandra Queiroz, neta de dona Mocinha, o objetivo da viagem foi fazer uma confraternização familiar. "Queremos passar nossa história para os mais jovens da família. Queremos que as gerações mais novas da família conheça a avó e possa conhecer de perto uma outra face de Lampião”, disse Kátia Queiroz.

Dona Mocinha, apesar de estar gripada, não recusou o convite para o reencontro e seguiu para o CTN. "Nunca imaginei que faria um passeio desse. Eu gostei", disse a atual matriarca da família de Lampião.

Saudades

A cada reencontro com os sobrinhos, netos, bisnetos e tataranetos, dona Mocinha abria um sorriso no rosto. Quando a memória lhe faltava, ela perguntava objetivamente de quem se tratava a pessoa que estava abraçando. "Eu estava gripada, mas fiquei boa hoje só para reencontrar minha família. Só não fazia ideia que era tanta gente."

Apesar da gripe, ela suportou com força de menina o encontro, que durou cerca de quatro horas. É justamente a idade de dona Mocinha que pautou algumas rodas de conversa entre os parentes viajantes. O documento de identidade da irmã de Lampião indica que ela nasceu em 8 de janeiro de 1906, portanto, ela teria 102 anos, mas ela se recusa a afirmar que tenha essa idade, e não é por vaidade. "Eu tenho 90 anos", disse ela em um primeiro momento. Logo em seguida, ela buscou mais fundo na memória e disse ter os 99 anos. "Completo 100 anos em 2010", afirmou a matriarca.

O irmão 'Rei do Cangaço'

Dona Mocinha diz que não lembra do irmão como cangaceiro e nem sabe nada sobre o movimento, pois era muito pequena quando ele entrou no cangaço. Lampião e Maria Gomes de Oliveira, a Maria Bonita, morreram em 28 de julho de 1938, na Grota de Angicos, em Poço Redondo (SE), durante uma emboscada montada pela volante (polícia) da época. Os dois se tornaram mitos da história brasileira.

À época do assassinato deles, dona Mocinha teria, pelas contas dela mesma, 28 anos, e pouco contato com o irmão. "Só me lembro de ter encontrado com ele uma vez depois que ele saiu de casa."

Lampião nasceu em 4 de junho de 1898, no sítio Passagem das Pedras, em Serra Talhada. Criado entre 1908 e 1912, segundo registros de historiadores, o cangaço existiu até 1940.
Alguns pesquisadores dizem que Lampião circulou apenas pelo sertão, mas outros afirmam que os cangaceiros deixaram pegadas pelo agreste. O certo é que Lampião não foi o criador do cangaço, mas sim Sebastião Pereira da Silva, o único chefe do Rei do Cangaço, conhecido como Sinhô Pereira.

Paulo Afonso Noticias com informações do: G1

MILAGRE OU SORTE?
Jovino Fernandes
Por volta das 21h e 30m (8), o proprietário do veículo de Placa Policial JUV-8454 PARAUAPEBAS/PA, que também já residiu em Jeremoabo, teve seu carro danificado por elemento não identificado, quando retornava do Posto Paloma após abastecer no Bairro José Nolasco/Jeremoabo.
Segundo o proprietário “ANTÃO”, que encontra-se na cidade em companhia de familiares desde o São João, ao se aproximar da curva que dá acesso à entrada de Jeremoabo pela BR-110, (Serra da Santa Cruz) um elemento jogou uma enorme pedra de encontro ao carro, quebrando totalmente o vidro do passageiro, além de ter danificado a ignição. Por pouco, a pedra arremessada não atingiu seu rosto.

O mesmo foi socorrido por um motorista e um acompanhante que passavam no momento socorrendo-lhe de uma tragédia.
De imediato a Polícia Militar foi avisada, não tendo encontrado o indivíduo nas imediações.
OS DEU(s)E(s) DO MUNDO
Espedito Lima

A narrativa Bíblica mostra claramente que só existiu, existe e existirá um único e Supremo Deus, eternamente, Criador de tudo quanto está ao alcance dos nossos olhos e fora deles, além do nosso pensamento, tanto pelo aspecto material quanto e, principalmente, pelo espiritual, mediante a fé.
A espiritualidade pautada nas regras ditadas e editadas por Deus, a começar pelos dez mandamentos, recebidos por Moisés e transferidos para o povo de Israel e as gerações subseqüentes, conduz o ser humano, suas criaturas e àqueles que se tornarem seus verdadeiros e legítimos filhos, a um caminho de paz; reconhecimento pleno do Deus vivo e único Ser que reside no céu e que, de lá, observa tudo que foi feito pelas suas mãos e vontade, observando também e diuturnamente o comportamento de cada um de nós, que um dia haveremos de ser julgados “todos” pelo seu Filho Unigênito e entregue a ele.

Somente a ele é que devemos adoração, em espírito e em verdade, e não mais absolutamente a ninguém; pois se agirmos contrariamente, estaremos lhe desobedecendo e correndo o grande risco de sermos banidos definitivamente do seu meio e da conquista de seu reino. Não fosse assim, não precisaria que nenhum humano conhecesse a sua lei, seus preceitos, estatutos, juízos e os mesmos mandamentos, todos integrantes da sua constituição, que se resume simplesmente em dez artigos os quais são imutáveis.

Mas, as criaturas, assim como no princípio, deram as costas ao Criador e voltaram-se para elas mesmas “criaturas”. Preferiram e continuam preferindo a figura de um bezerro ou de qualquer coisa, do que a imagem de Deus. Preferem a veneração e adoração a si próprias, do que a Ele. Por isso, foram e estão sendo entregues aos seus “bel-prazeres”, expondo-se à mercê de uma inevitável condenação, a menos que o arrependimento lhe (nos) venha à tempo, para que sejam perdoados os seus pecados (nossos) e que a sua misericórdia, após uma verdadeira conversão assim possa acontecer (nos).

Quantas vezes se deixa de ouvir a sua palavra, de participar de momentos de oração, numa reunião espiritual, numa cerimônia religiosa, na essência do seu significado e vamos atrás de coisas banais, supérfluas; fixamos os olhos numa TV para assistirmos qualquer programa que nada tem a ver de proveito para nós, para os nossos e muito menos com a nossa educação, saúde, segurança, quanto mais questões espirituais, embora este tipo de entretenimento também seja exibido nos mais diversos e variados canais televisivos, assim como no teatro, cinemas e similares.

Muitos são idolatrados, venerados e adorados de tal forma pelas criaturas que terminam sendo vistos e aclamados por elas como verdadeiros deu(s)es do mundo, tendo direito a cultos com aglomerações e concentrações volumosas, com atos e cerimônias gigantescas, onde se mistura tudo e todos, comungando-se a fantasia e o irrealismo “real” como se estivessem numa ceia preparada para a implantação de uma nova criação, endereçada ao endeu(s)amento de pessoas que se destacaram e se destacam em áreas específicas ou não, as quais foram e são responsáveis pelo delírio de atrações e de atrair muito mais a nocividade do que o bem, a humildade, o amor ao próximo e uma caridade fraterna, em qualquer circunstância e em qualquer lugar do planeta da terra.

No mundo em que vivemos, quer seja pelo campo fictício, da virtualidade, da regionalidade ou da globalidade, não é difícil nos depararmos com os ídolos, seus admiradores e seus seguidores, com o culto dos vivos e dos mortos, que dominam a consciência inconsciente dos seres racionais que os têm como um deus, mesmo que os façam e os tenham como deu(s)es, os ainda, consagrando como mitos, heróis e libertadores comuns, salvadores do mal (u) que aliciam o bem e propiciam a vida terrena “materialista” ao estado de um paraíso espiritual, distorcido e totalmente desprotegido.

Aos ídolos, nada; ao Criador, tudo. Aos deu(s)es, nada; a Deus, tudo.

07/07/2009

ÂNCORA AMERICANO DETONA MICHAEL JACKSON
Fonte: bahianoticias
O jornalista americano Bill O’Reilly, âncora do quadro analítico e de entrevistas The O’Reilly Factor, no canal Fox News, usou boa parte do seu programa na noite desta terça (7) – especialmente a seção de abertura – para “detonar” Michael Jackson e a cobertura de sua morte e da homenagem feita no estádio Staples Center, em Los Angeles. Se aproveitando da tradição opinativa e crítica do jornalista americano – que existe pouco no Brasil -, o jornalista criticou o circo armado na imprensa mundial para a cobertura de qualquer fato relacionado à morte do ídolo e sentenciou: “ele é tratado como um herói, mas o fato é que sua forma de atuação e suas atitudes quanto às crianças são vergonhosas. É vergonhoso tratá-lo de tal forma”. Ele também reclamou por ter sido taxado de “racista” ao chamar o ídolo de pedófilo e avaliou que reduzir a questão da morte de Jackson a um embate sobre raças é um discurso decepcionante. “Se você gosta de Michael Jackson, se o defende, ótimo. Se o critica, tudo bem também. Mas é vergonhoso tratar uma pessoa que morreu por abuso de drogas como um herói”.

06/07/2009

EMANCIPAÇÃO E INDEPENDÊNCIA

Espedito Lima

A nação brasileira, entre as décadas de 60 e 80, talvez tenha passado por um dos mais negros períodos de sua história, quando viveu e conviveu com o regime militar “ditadura”. Foi nele que a liberdade foi castrada, a censura aplicada, vigiada autoritariamente e a tortura permeou abundantemente, inclusive com a prática de execução primária de pessoas, inocentes ou não, sob a alegação de incitação, sublevação, terrorismo e subversão, entre outros.
Foram dias terríveis, cruéis, inaceitáveis e insuportáveis; dias de tensão, medo, receio, humilhação e tudo quanto um povo e uma nação jamais desejaram e viram. Foram vítimas e mais vítimas. Fracos, fortes, brancos, negros, ricos e pobres, autoridades ou não; religiosos, estudantes, executivo, judiciário e legislativo todos, quase que indistintamente se viram na armadilha da ação militar, acobertadas por decretos, leis e atos insanos, destruidores dos direitos e garantias constitucionais dos cidadãos, de todos nós.

O curioso é que justamente nesse período, o Brasil começou a se desenvolver em muitas áreas e foi a época em que a educação, por exemplo, alcançou sua melhor qualidade e a formação de muitos atingiu níveis expressivos. Lembramos muito bem, que duas disciplinas eram ensinadas nas escolas: EMC – educação moral cívica e OSPB - organização social e política brasileira.

Elas contribuíram e muito para o alicerce básico do caráter e da moral de não poucos filhos da terra do pau-brasil, dos papagaios, das araras, dos índios e até de uma religiosidade monopolizada, que também carregou consigo as marcas ditatoriais, assim como as classes política, estudantil e de intelectuais, nas mais diversas variantes sociais e culturais.
Mas, será que esse período e essa página cheia de nódoa que infelizmente a nossa história relata, verdadeiramente foram abolidos definitivamente? Será que ainda não existem resquícios evidentes do “coronelismo militar” e da “majestade ditadura”? Será que nós gozamos nos tempos atuais de todos os nossos direitos e garantias? Será que estamos numa plena democracia e que o exercício da cidadania existe mesmo? Será que estamos e somos emancipados e independentes, como desejávamos e desejamos?

Não é difícil entendermos, por mais ignorantes e incultos que sejamos que estamos vivendo numa fase, não de uma simples mudança de governo nem de uma mera transição, mas de uma fase em que obrigatoriamente temos que reconhecer as transformações emergentes que temos sofrido; a maioria ainda à mercê de tempos melhores, enquanto que uma minoria já atinge uma vida bastante gratificante.

A partir da promulgação da constituição de 1988, é inegável que um regime se foi e outro apareceu mostrando a todos os brasileiros uma esperança totalmente esverdeada, embora manchas marrons ainda persistam e queiram contrariar as pretensões daqueles que continuam lutando por uma carta literalmente democrática, em que a liberdade seja sua principal bandeira, sua cidadania “nossa” seja exercida plenamente, sob a luz de uma assistência real e de uma garantia legal e, sobretudo calcada nos princípios da vida moderna de um país que tende a se transformar numa grande potencia mundial.

Emancipação pode significar – libertação e independência, autonomia. Assim, façamos tudo para nos libertarmos completamente da ditadura do paletó e da gravata, que nos persegue e busquemos a autonomia que tanto precisamos. No primeiro caso, se deve entender que não aceitemos a submissão nem humilhação a nós impostas pelos nossos mandatários; não os ouçamos e não os obedeçamos quando pretenderem nos dominar, para colocar uma coleira ao nosso pescoço como em qualquer animal para adestrá-lo; não sejamos conduzidos e induzidos a praticarmos os mandos e desmandos ilegais; não aceitemos cabresto para, no dia das eleições, sermos obrigados a votar em determinado candidato. No segundo, devemos, a qualquer custo, sermos autônomos: nas nossas ações, decisões e na nossa caminhada para que conquistemos nossos objetivos da melhor forma possível, sem necessitarmos de ingerência dos que desejam que vivamos argolados e acorrentados aos caprichos dos politiqueiros, dos corruptos e dos desonestos do poder, aqueles que se apoderam do que é nosso, nos deixando órfãos de tudo; não abdiquemos da inteligência e capacidade que temos para sabermos discernir os caminhos dignos e honrados que devemos percorrer e não ouçamos aqueles que procuram nos desviar da seriedade, da ética e da boa índole e nos lançar no lamaçal do assalto, do seqüestro dos nossos bens e de nós mesmos.

Lutemos por uma emancipação plena e legal e por uma independência infinita, que nos propiciem a segurança, a saúde, a paz e a educação eficazes às nossa vivência e sobrevivência e viva a nossa libertação e autonomia. Se somos livres, hajamos com liberdade e se somos inteligentes, hajamos com autonomia. Emancipemo-nos de nós mesmos e dos que nos procrastinam a verdade.

PARABÉNS JEREMOABO!!!
84 ANOS
Jovino Fernandes
A área onde hoje se ergue Jeremoabo, palavra tupi cujo significado é plantação de abóbora, foi inicialmente, povoada por índios tupinambás. A primeira informação histórica registrada sobre Jeremoabo refere-se ao choque entre Garcia D'Ávila e missionários franciscanos que se opunham à prática da escravização indígena praticada por aquele. Garcia D'Ávila autorizou, em represália, a queima de Jeremoabo. Porém, face a intervenção do Governo Geral, teve que aceitar a catequese indígena, assim como se viu obrigado a reconstruir Jeremoabo. O município de Jeremoabo foi criado, com território desmembrado de Itapicuru, por força de Decreto Imperial de 25/10/1831. recebendo a denominação de Vila de São João Batista de Jeremoabo. A sede, criada com a invocação de São João Batista de Jeremoabo, por Alvará Régio, de 11/01/1718, foi elevada a categoria de cidade por Lei Estadual de 06/07/1925.
Em homenagem a querida terra, às 05:00 hs. houve queima de fogos, logo mais será celebrada missão em ação de graças na Igreja Matriz São João Batista, desfile de escolas com a participação da Filarmônica 24 de Junho que iniciou o desfile às 08:00hs. Você pode acompanhar toda a programção diariamente pela Rádio Vaza Barris, via internet. Hoje uma programação super especial no RVB-Noticias com Jovino e Suely Mágda, a partir das 12:00hs. Participe, ligue (75) 3203-2358.

05/07/2009

A FESTA CONTINUA
Jovino Fernandes
Toinho de Agenor (quebra pote)
QUEBRA POTE

Um indivíduo com olhos vendados (tapados, com um pano) tenta caminhar na direção de um pote que se encontra dependurado em um suporte como o travessão de uma trave de futebol e tenta acertá-lo com uma paulada para quebrá-lo. Após ter os olhos vendados deve-se girar a pessoa a fim de que fique realmente tonta. Dentro desse pote, que é de cerâmica, tem prêmios como balas e doces e até um gato.
Antão (quebra pote)
PAU DE SEBO

A brincadeira consiste em tentar subir em um pau reto e liso previamente banhado de sebo, ou qualquer outra substância gordurosa, para tentar apanhar um prêmio que se encontra em seu topo. A altura pode chegar a mais de oito metros e são permitidos truques, tal como trabalho em equipe onde um sobe no ombro do outro tentando ganhar altura. O fato é que na maioria das vezes não se consegue o prêmio, mas sim muita sujeira e melação.

Antão
É uma diversão para os meninos e homens, que tentam subir, e também para as meninas e idosos, que assistem e vibram. Ao final da tarde, após consumada a derrota dos garotos, o prêmio, que geralmente é em importância viva, é distribuído entre os festejantes em forma de "comes e bebes".

Zito de Selvino (quebra pote)

Tudo isto,ainda pode ser visto no tradicional São Pedro da Rua Duque de Caxias em Jeremoabo.

Hoje (05), pela tarde, crianças participaram e, logo a após, os adultos poderam reviver os tempos de criança. Toinho de Sr. Agenor, Zito e Antão no (quebra pote) , Paquera (pau de seo) relembraram os tempos de criança.

Agora à noite será a vez de quadrilhas e logo após muito forró.

Arrancada

Zito: Vencedor
Paquera (pau de sebo)

Vencedor

Queremos parabenizar a Coordenaão da festa na pessoa de Djalma Monteiro, D. Vera, Ismael e família, Junior (Tonho do Cantinho), comerciantes, barraqueiros, Prefeitura e moradores que apoiam esta tradição.

Amanhã, (06), será comemorado o aniversário da cidade. Desfile de escolas, missa solene às 10:00hs, além de um programa especial na Rádio Vaza Barris AM Digital 1.400, agora via internet. Acesse e acompanhe toda a programação acessando http://www.radiovazabarris.com.br/ e participe. Tel: (75) 3203-2358.

APOIO:

PORTAL JV, " O Portal da cultura"

Patrocinadores:

Lotérica Goela da Ema, VM Som, Farmácia são José, Hotel Santa Maria, Casa do Campo, Lojão do Beto,Lojão Novo Lar, Farmácia N.S. do Carmo, Academia Center, JC Vídeo Locadora, Sorveteria Teles.

FIQUE LIGADO
Jovino Fernandes

Amanhã (06), Jeremoabo estará completando 84 anos de emancipação política. Você pode acompanhar em tempo real, toda nossa programação ao vivo, acessando o site www.radiovazabarris.com.br além das notícias pelo www.portaljv.com.br.
No RVB-NOTÍCIAS, a partir ds 12:00hs, você terá uma programa especial, comandado por Jovino e Suely Mágda. Fique ligado, você é nosso convidado. Você vai matar a saudade da velha terra.

CONTO COM VOCÊ!!!

Participe do programa ligando para o telefone: (75) 3203-2358.

04/07/2009

RÁDIO VAZA BARRIS PARA O MUNDO
Jovino Fernandes
Além do www.portaljv.com.br , você pode acompanhar em tempo real tudo que acontece em Jeremoabo, ouvindo a Rádio Vaza Barris AM Digital 1.400 kHz, via internet. Basta acessar: www.radiovazabarris.com.br .
Ligue e particpe do programa RVB-NOTÍCIAS, no quadro "A Voz do Povo" diariamente das 12:00 às 13:00. Fone: (75) 3203-2358.

03/07/2009

SÃO PEDRO NA DUQUE DE CAXIAS
Jovino Fernandes
Cristo entrega as chaves do céu a Pedro
Pedro foi um dos doze apóstolos de Jesus Cristo, como está escrito no Novo Testamento e, mais especificamente, nos quatro Evangelhos. São Pedro foi o primeiro Bispo de Roma, sendo por isso, considerado o primeiro Papa pela Igreja Católica.

Em várias cidades do Estado da Bahia, São Pedro é comemorado no dia 29 de junho. Em Jeremoabo, o santo que recebeu às chaves do Céu da mão de Jesus, mesmo não sendo o padroeiro da cidade, também é comemorado na Rua Duque de Caxias, comemoração esta que já se tronou uma tradição. A cada ano, a festa tem tomado uma proporção maior, que já virou uma tradição, após a grande festa de São João comemorada de 15 a 25 de junho (padroeiro da cidade).
Os festejos teve início hoje (03), com quadrilha,comidas típicas, forró e mé. A festa deve se prolongar até o dia 06 (aniversário da cidade).
Neste evento da Rua Duque de Caxias, o PORTAL JV não poderia deixar de prestar homenagem aos saudosos: Pedro Mariano, seu filho Tonho de Pedro Mariano, Bigodinho, Delfina, Tonho Magro (proprietário do Cantinho Bar, ex-presidente do D.A.R, Tonho de D. Vera, Sr. Orlando, Zé de Justino, Sr. Bibo e esposa, Dudé, Sr. Preto, Bentivi, Sr. Zeca e esposa, Dão de Cantídio (pai de Djalma) entre outros moradores.
Floro
Coordenador da festa: Djalma Monteiro

Quadrilha Bairro Santo Antônio

Sr. Querino

João Dantas e Sr. Antão

Zefinha e Deni (filhas do 1º maestro da Filarmônica 24 de Junho)

Quadrilha Bairro Santo Antônio

Barraca D. Lúcia de Ismael

Bar Cantinho da Saudade (Tonho Magro) e Praça

Quadrilha Bairro Santo Antônio

Sr. João

02/07/2009

UM OLHAR
Espedito Lima
Vagueia pelos ares e sombreia a luz que cobre a mansão do seu ver
Escorregando seu pensar sobre um sorriso singelo e encantador
De uma donzela que tem a cor de canela e esbanja sua alegria
Como se fosse um líquido sublime que amacia o gosto duma fatia

Corre como um cego que enxerga o braile do papel que lhe fala
Tal qual uma letra grega que assume a paternidade do seu alfabeto
Indo de encontro à majestade que ostenta a coroa do filho do fel
Mas se encanta com a manjedoura que deu à luz ao servo do mel

Tremula no campo que a relva enverdece sua sensata palidez
Esculpindo o manto na moldura que lembra seu sorriso a fluir
Como garça que voa levando consigo a veste genuína e nupcial
Içando a bandeira que o vento sacode no extremo celestial

Alimenta-se do pão que ele fabrica no sossego veloz da madrugada
Fermentado pelo galanteio da noite que aquece a brisa da manhã
Enaltecendo o calor jorrado do sol que ilumina seu rubro coração
Que tanto lhe fala, lhe pede, exalta a fome do beijo que traz emoção

Avassala o deserto que habita a sede do fácil e salutar viver
Demonstrando que nada acontece sem o fruto da árvore do bem
Que causa o espanto da serpente que fulminou a vontade da mulher
De amar seu varão que nunca pecou buscando seu breve prazer

Adocica a lente que ver a penumbra vivida pelo forte e caudaloso luar
Assemelhado ao tempo que surge dentro do hoje e fora do ontem
Como o raso que se aprofunda na cavidade que encoraja a paixão
Atormentando o vício que alucina a ganância fútil e fiel da mera ilusão

Exalta a festa que descansa no divã abraçando o sonho das ondas do mar
Em alta tempestade que semeia a fonte do vaso que colhe o lindo pomar
Alegando que a valsa dançante e o tango solfejado pelo faminto paladar
Aumenta a doença causada pelo rumor instigante de um saudoso olhar