IRONIA DO DESTINO
Fonte: JV PORTAL
RP: 9291/BA
Outro ponto que merece atenção urgente e fiscalização, são as cabeceiras da passagem sobre o Rio Vermelho. A estrutura aparenta estar fora das especificações adequadas, tendo sido construída em meio à estrada, quando estas deveriam ter sido estendidas tanto para o lado direito quanto para o esquerdo, para garantir a segurança dos usuários, o que pode aumentar o risco de acidentes.
Perguntamos: como uma estrada pode ser considerada concluída se, em seu percurso, existem atoleiros, canos da rede geral de abastecimento de água da EMBASA expostos e buracos surgindo em tão pouco tempo? Podemos afirmar, que esta estrada, só fiscalizaram no período estiado, ou seja “Estrada de Sol”.
Essa é uma pergunta que merece uma resposta clara da empresa responsável pela obra e dos órgãos encarregados de fiscalizar sua execução. Uma estrada construída com recursos públicos deve oferecer segurança, qualidade e durabilidade, e não apresentar problemas que colocam em risco motoristas, motociclistas e moradores da região.
A população tem o direito de
saber se a obra foi devidamente acompanhada, vistoriada e recebida conforme as
exigências técnicas.
O dinheiro empregado nessas
obras pertence ao povo e, por isso, cada centavo deve ser acompanhado com
responsabilidade, transparência e compromisso com a qualidade. Quando uma
estrada oferece riscos até mesmo aos veículos da própria administração pública,
fica evidente a necessidade de uma apuração técnica para verificar se os
serviços executados atendem às especificações exigidas.
A sociedade espera que os órgãos competentes
cumpram seu papel, principalmente à Câmara de Vereadores, esclareçam os fatos
e, se forem constatadas irregularidades, adotem as providências cabíveis.
Afinal, obras públicas devem proporcionar segurança, durabilidade e respeito ao
dinheiro do contribuinte, e não colocar em risco quem delas necessita
diariamente.