ESTRADAS
Cristina Fam

Vivemos em uma sociedade coviolenta em todos os sentidos, estariam todos os valores morais desmoronando bem embaixo de nossos pés, será que a moralidade é algo individual? O lar já não se faz seguro, a violência abraça os seus num aperto mortal. É o fim ou o começo da estrada que leva a todos a partida prematura.


Cuidar do coração da pessoa amada pode fazer muita diferença nos momentos trágicos, não arrisque a sua frágil vida ela pode ser volátil ali na próxima esquina, no cruzamento, ou na calçada.
Quando seguimos destinos desconhecidos, aprendemos com exemplos tristes que a vida é breve, não devemos perder oportunidades. Na estrada o perigo a cada metro, o medo faz parte da sobrevivência, a cautela é fundamental, avançamos quilômetros, é oportuno observar a natureza que muda a cada momento, a vegetação é exuberante, mais adiante o sol causticante queima a relva, no sertão há uma diversidade maravilhosa, cai à noite surge à lua, na pista reflete luz prateada seguindo de guia, a brisa perfumada.

“Experiência vivida nas estradas da vida, uma semana de pesar, de luto, por aqueles que partiram, embora não os conheço, mas trouxe comigo a dor de uma partida dolorosa. Que o bom DEUS os abençoe!” Cristina Fam.